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O quanto a aparência interfere na nossa felicidade?

Foto: cottonbro/Pexels

Depois de ler diferentes pontos de vista e conclusões de pesquisas sobre o assunto, eu encontrei informações significativas em uma pesquisa feita pela Universidade do Texas, que diz que pessoas que são vistas pela sociedade como mais atraentes do que a média, são mais saudáveis, bem sucedidas, ganham mais dinheiro, têm uma vida social mais ativa e se casam mais facilmente, por isso, acabam sendo mais felizes. Meio óbvio, né?

A pesquisa também concluiu que a beleza não só interfere na nossa felicidade como afeta muito mais as mulheres do que dos homens. Provavelmente porque ainda somos muito mais julgadas pela nossa aparência física e também somos mais suscetíveis ao bombardeio da mídia sobre a barriga trincada da Izabel Goulart, a bunda da Sabrina Sato, sobre os últimos tratamentos de beleza para se sentir linda e jovem para sempre, pelo look do dia ou pelo último achado-fashion-must-have da estação que você tem que ter.

Mas calma, antes de ficar deprimida, a pesquisa também trouxe uma boa notícia!

As pessoas que se consideram bonitas, que se aceitam e estão satisfeitas com a sua aparência mesmo não se encaixando nesses “padrões” também são mais felizes. Ou seja, a percepção em relação à própria aparência é tão ou mais importante do que ter nascido bonita.

Beleza e Autoconhecimento

Vamos falar a verdade, por mais que a gente esteja satisfeita com a nossa aparência, é muito difícil não se deixar influenciar pelo que está na nossa volta, né? Mas, o que fazer para que isso não tenha uma influência negativa na nossa felicidade?

A primeira coisa é parar de acreditar no que você vê em revistas e Instagram alheios. Em tempos de photoshop, aplicativos, filtros e até manipulação de vídeos e filmes, buscar referência fora de você ou fazer isso para ser aceita pelos outros é pedir para se sentir inadequada.

Mas, se a sua aparência é importante para você – como é para mim – ou te deixa para baixo de vez em quando, o melhor que você tem a fazer é investir no seu autoconhecimento. Este é o melhor caminho mesmo não sendo o mais simples.

Olhar para dentro, saber do que você gosta, o que te faz se sentir bem e confortável, como valorizar o que você tem de melhor e usar isso a seu favor ajuda muito melhorar a nossa autoestima e só acontece quando sabemos quem queremos ser de verdade.

Exercitar o autoconhecimento é difícil, exige muito trabalho, dedicação e é algo que ninguém pode fazer por você. Mas, uma vez que você começa esse processo, passa a aceitar o que não pode mudar e a trabalhar para melhorar aquilo que tem de bom, sua autoestima só vai aumentar, sua autoconfiança também e adivinha? Você vai se sentir cada vez mais feliz!

Quando chegamos nesse ponto, não só começamos a nos achar mais bonitas, mas passamos a ver mais beleza em tudo e essa energia também é transmitida para quem está perto da gente. Uma coisa puxa a outra.

Eu, por exemplo, me sinto muito melhor quando estou maquiada. Não me sinto feia ou fico tentando me encaixar em algum padrão, mas quando estou sem maquiagem eu pareço mais cansada, meus olhos ficam mais caídos e eu não gosto de me olhar no espelho e me ver assim. O simples fato de passar um blush nas bochechas e um rímel nos olhos de manhã já dá um uma cara de saúde e isso é ótimo para começar bem o dia.

Se cuidar de mim é uma das coisas que me faz feliz e quando estou feliz me sinto mais bonita, não aproveitar isso seria desperdiçar a chance de entregar para o mundo o meu melhor, concordam? Nada mais justo, já que eu também quero tudo de melhor que o mundo tem a me oferecer!

Por: Fê Neute | Fonte: Feliz Com a Vida